São Paulo

O FILME

Único hexa-campeão do país do futebol. Tricampeão da Libertadores. Três vezes o melhor time do mundo. O hino já apontava, o presente confirma: dentre os grandes, és o primeiro. O São Paulo não chegou aos píncaros da glória sozinho. De 1977 a 2008, mudaram os jogadores, dirigentes e técnicos. Ficou o pilar da força tricolor: sua torcida. Os filhos que começavam a ir ao Morumbi naquele primeiro e longínquo título hoje são os pais que levam os filhos. Sempre com a mesma voz, a mesma torcida, um só grito e destino: “vamos, São Paulo, vamos ser campeões”. Eles foram. São. E continuarão sendo.

SOBERANO – SEIS VEZES SÃO PAULO é um documentário longa-metragem que revive a trajetória dos seis títulos nacionais de um ponto de vista muito especial: o do torcedor. Feito por uma equipe de tricolores apaixonados, o filme levará aos cinemas do Brasil as imagens inesquecíveis e aquelas que jamais foram vistas; os depoimentos reveladores dos craques que conduziram o time às suas conquistas e as histórias impagáveis da torcida que não pára de crescer. Feito por, para e com são-paulinos, SOBERANO não quer apenas contar uma história, mas reviver nas telas a glória e felicidade sublimes de todos aqueles que vivem com o time mais vencedor de todos os tempos.

Equipe

Carlos Nader

Diretor

Carlos Nader lembra de ser são-paulino desde quando estava aprendendo a falar e sua mãe lhe ensinou, junto com o Pai Nosso, um outro mantra que soava igualmente sagrado e que ela mesma tinha aprendido em sua infância: “Poy, Savério e Mauro. Bauer, Rui e Noronha. Friaça, Ponce de León, Leônidas, Remo e Teixerinha.” Com a escalação do campeão paulista de 1949 na cabeça, Nader freqüentou assiduamente no começo dos anos 70, ao lado do pai e dos irmãos, as cadeiras cativas do setor 8 do Morumbi. Na adolescência, migrou do anel intermediário do Cícero Pompeu de Toledo para o superior, juntando-se aos integrantes da Dragões da Real, desde o ônibus da CMTC que saía às 11hs da Praça das Bandeiras. Ainda hoje, seja nas cativas, nas arquibancadas ou fora delas, na frente da TV, Carlos não perde um jogo do tricolor.

Fora do futebol, Carlos Nader é o que se poderia chamar de ensaísta audiovisual, entretecendo linguagens que vão do documentário clássico à videoarte. Seus vídeos foram exibidos em centros culturais de mais de 20 países (como o MOMA de NY, o Stedelijk de Amsterdã e a Tate Modern de Londres) e veiculados em mais de uma dezena dos principais canais de TV internacionais (como o inglês Channel 4 e o Franco-Alemão ARTE). Entre os prêmios que recebeu estão o Mondial de la Vídeo de Bruxelles (1993), o Internationaler Videokunstpreis da ZKM (1998) na Alemanha, o Grande Prêmio de Cinema Brasil de Melhor Vídeo (2000), o de Melhor Documentário Brasileiro no Festival É Tudo Verdade e o Prêmio Especial do Júri da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) (2008).

Maurício Arruda

Roteirista

Mauricio Arruda se orgulha de ter transmitido para suas filhas uma herança da família: torcer para o São Paulo (“e para o Rogério”, elas acrescentam). É tricolor de sangue e também de carteirinha – uma velha carteirinha que ainda guarda desde a época em que ia ao Morumbi com a torcida organizada. Mas o jogo que marcou a sua vida, assistiu pela TV aos 13 anos. O São Paulo de Chicão levou a decisão para os pênaltis. Perdeu a primeira e a segunda cobrança. Heroicamente virou o jogo e deixou em silêncio o estádio adversário. Depois do título nacional de 1977, Maurício viu o seu time conquistar muitos outros campeonatos brasileiros e mundiais.

Fora dos campos, Maurício Arruda disputou o Oscar de 2001 com o roteiro do curta-metragem “Uma História de Futebol”. Também escreveu novelas na TV Globo, como “Quatro por Quatro” e “Vira Lata”; as séries do Fantástico “Retrato Falado” e “Copas de Mel”; e os longas-metragens “Contador de Histórias” e “Amanhã Nunca Mais” com estréias previstas para 2009. Como diretor de televisão é responsável por programas como “Altas Horas”, da TV Globo, “Fanzine”, da TV Cultura e “Copa na Mesa”, da MTV.

Nando Reis

Canções Originais

Antes mesmo de nascer Nando Reis já sabia qual seria o seu time. Na maternidade veio a constatação: com a pele muito branca, os olhos muito escuros quase pretos e o pouco de cabelo já muito vermelho, ele era geneticamente tricolor. São-paulino como seus irmãos, seu pai, seu tio e seu avô, passou a freqüentar com assiduidade o estádio do Morumbi. Uma camisa com o número 2 estampada às costas já revelava sua admiração por jogadores temperamentais. Depois de Pablo Forlan, foi Serginho que se tornou seu ídolo na adolescência. Chegou a fundar sua própria torcida uniformizada, a LSP - Loucura São Paulina. O primeiro jogo de que se recorda foi a conquista do título paulista de 75. No campo, craques históricos, que iniciaram uma série de conquistas espetaculares - Waldir Perez, Chicão, Pedro Rocha e Muricy. Se orgulha de ter povoado o mundo com 5 filhos admiráveis, dos quais 4 são são-paulinos que garantirão uma nova geração de torcedores – que ele espera que não venham tão breve.

Nando Reis é músico e durante 20 anos fez parte dos Titãs. Hoje em dia tem sua carreira solo e uma outra banda – Os Infernais. Entre incontáveis músicas gravadas por inúmeros artistas cabe citar aqui um em específico - “É uma partida de futebol”. Parceria sua com Samuel Rosa do Skank, a canção foi escolhida para fazer parte da trilha oficial da Copa do Mundo de 98, na França

Filme Oficial do São Paulo Futebol Clube

REALIZAÇÃO: G7 Cinemas

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